O que Icó compra de outros países
Importações das empresas da cidade, por produto e por país de origem, com os números oficiais do governo.
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas de Icó compraram US$ 2,01 milhões de outros países. É 89% a menos do que nos 12 meses anteriores, quando foram US$ 18,2 milhões.
Dados oficiais do governo até setembro de 2026. Os meses mais recentes ainda podem ser revistos, e a fonte pode ter atraso ou erro.
Entre as 74 cidades de Ceará que importaram, Icó ficou em 28º lugar. No Brasil, em 1.115º entre 2.567.
Ver o ranking de importaçõesTodos os produtos (2)
Nos últimos 12 meses. Toque em um produto para ver de onde ele vem.
- 1Díodos, transístores e dispositivos semelhantes com semicondutores…1.213 toneladasUS$ 1,97 milhão98%
- 2Artigos e equipamentos para cultura física, ginástica, atletismo…18 toneladasUS$ 41,2 mil2%
Todos os países (1)
Nos últimos 12 meses. Toque em um país para ver o que vem de lá.
- 1ChinaUS$ 2,01 milhões100%
Mês a mês
Valor comprado em cada um dos últimos 24 meses. Passe o dedo ou o mouse numa barra para ver o mês.
Ano a ano
- 2023US$ 241
- 2025US$ 20,3 milhões
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.
Perguntas sobre as importações de Icó
Quanto Icó importa?
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas com endereço fiscal em Icó (CE) compraram US$ 2,01 milhões de outros países: 2 produtos, de 1 país.
O que Icó mais importa?
Nos últimos 12 meses, os produtos mais comprados foram Díodos, transístores e dispositivos semelhantes com semicondutores… (98%), Artigos e equipamentos para cultura física, ginástica, atletismo… (2%).
De quais países Icó mais importa?
Nos últimos 12 meses, as principais origens foram China (100%).
Por que esse valor pode ser diferente do que a cidade consome?
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.